AtaNAU do dia 15/05/00
NAUversário
o primeiro ano
ateiro: Arq. Ana Carolina Pellegrini

  Hoje estive lendo em nossa página as atas das primeiras reuniões da NAU (às quais nao tive o prazer de comparecer) e achei que poderia ser uma boa contar para quem nao estava no anauversário como foi o evento (ainda que as melhores partes devam ficar irremediavelmente vivas apenas na memória de quem foi).
A festa começou devagar, o pessoal foi chegando aos poucos. Os colegas Pedro Inda e Iran Rosa estavam na “portaria” recolhendo os simbólicos três reais do ingresso, os quais alguns aspirantes a participantes da festa resistiram a desembolçar. Pedro recolhia o dinheiro enquanto Iran colava o adesivo comemorativo (ainda disponível aos interessados em embelezar suas agendas e afins) no peito do convidado, atividade desmpenhada com indisfarçável empenho quando da chegada das senhoras no recinto. A segurança da portaria estava reforçada pela presença da colega Debora, que com sua firmeza e poder de persuasao extraiu colaboraçoes ate mesmo dos mais resistentes.

  Cada convidado recebeu também brindes de festa e chapeuzinhos da NAU. Alguns torcedores da dupla grenal, como Andreoni, Fraga e Ana Paula, entusiasmados, viraram seus chapéus do avesso a fim de externalizar suas mais profundas convicções futebolísticas. Os meninos, principalmente, se divertiram muito com os apitinhos e línguas de sogra, enquanto que o forte entre as meninas, como Soninha e Nanda foram os aneisinhos coloridos. 

  O colega Carlos Nicolini foi um dos primeiros a manifestar a vontade de deixar a festa, mas foi seduzido pela ideia de que o bolo já vinha chegando e resolveu ficar mais um pouco. Vale lembrar que Nicolini foi um dos ultimos a deixar a Casa Colletânea naquele dia. 

  A festa deslanchou mesmo com a chegada do som, do bolo (dividido democraticamente entre todos pelo Tiago) e com o “Parabéns a Voce”. Bem alimentados, todos curtiram a musica (que, diga-se de passagem, se deveu ao CD player da tia-avó da Francine e aos CDs da Nanda) e muitos se aventuraram a dançar na pista improvisada. Houve rumores de que Rafa Mano proporcionaria algumas cancoes ao violao, tarefa que logo foi delegada a Marco Maia, que, por sua vez, não desempenhou.

  O evento foi marcado pela presença de novos nautas, dos quais não sei todos os nomes, mas suas presenças sem duvidas foram decisivas para o sucesso da festa. Recem-chegado da Holanda, o colega Cesar juntamente com Francine Ramil ensinou aos presentes alguns passos de dança que fizeram a Casa Colletânea literalmente tremer. Outros dos novos e muito animados nautas que me vem a memoria agora foram Andreia, Marcio, Zé, Andre e Valeria.

  A animaçao de uns, como Adriana e Lu Miron, que não parou de dançar, contrastava com o recato de outros, como Daniel Pitta (que se reservou a fazer algumas poucas fotos do evento com uma camera caida do ceu), Carla Mendes (lesionada e desolada com a ausencia imperdoavel de seu par habitual) e como o pequeno Cicero, o qual se limitou a observar de longe os dançarinos. Também faziam parte do time dos animados Francine e Santana, que passaram a noite insistindo em cantar o hino da NAU, mas não o fizeram.

  Somente no finalzinho da festa Marcos Almeida nos deu o prazer de sua presença e, mesmo assim, foi apenas por alguns minutos, o suficiente para “descolar” um adesivo e iluminar o rosto de sua namorada.

  Foi do Baldo, se não me engano, a ideia do proximo evento (aquele com fins lucrativos). Uma festa junina provisoriamente chamada de juniNAU. É uma ideia ainda incipiente e desde já aceita-se sugestoes de local, formato, etc.

  Para um evento que contou com organizaçao praticamente zero a festa foi um sucesso. Conclamamos a todos para que, da proxima vez, cada um se responsabilize por uma parte, afinal, se combinarmos os esforços de toda a NAU (com certa antecedencia)  a chance de sucesso da juniNAU sera bem maior.

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 "Ama o teu proximo - e, se ele for alto, moreno e bonitao, sera muito mais facil."

Mae West  


Ana Carolina Pellegrini-Arquiteta

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