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NAUversário o primeiro ano ateiro: Arq. Ana Carolina Pellegrini Hoje estive lendo em nossa página as atas das primeiras
reuniões da NAU (às quais nao tive o prazer de comparecer)
e achei que poderia ser uma boa contar para quem nao estava no anauversário
como foi o evento (ainda que as melhores partes devam ficar irremediavelmente
vivas apenas na memória de quem foi).
Cada convidado recebeu também brindes de festa e chapeuzinhos da NAU. Alguns torcedores da dupla grenal, como Andreoni, Fraga e Ana Paula, entusiasmados, viraram seus chapéus do avesso a fim de externalizar suas mais profundas convicções futebolísticas. Os meninos, principalmente, se divertiram muito com os apitinhos e línguas de sogra, enquanto que o forte entre as meninas, como Soninha e Nanda foram os aneisinhos coloridos. O colega Carlos Nicolini foi um dos primeiros a manifestar a vontade de deixar a festa, mas foi seduzido pela ideia de que o bolo já vinha chegando e resolveu ficar mais um pouco. Vale lembrar que Nicolini foi um dos ultimos a deixar a Casa Colletânea naquele dia. A festa deslanchou mesmo com a chegada do som, do bolo (dividido democraticamente entre todos pelo Tiago) e com o “Parabéns a Voce”. Bem alimentados, todos curtiram a musica (que, diga-se de passagem, se deveu ao CD player da tia-avó da Francine e aos CDs da Nanda) e muitos se aventuraram a dançar na pista improvisada. Houve rumores de que Rafa Mano proporcionaria algumas cancoes ao violao, tarefa que logo foi delegada a Marco Maia, que, por sua vez, não desempenhou. O evento foi marcado pela presença de novos nautas, dos quais não sei todos os nomes, mas suas presenças sem duvidas foram decisivas para o sucesso da festa. Recem-chegado da Holanda, o colega Cesar juntamente com Francine Ramil ensinou aos presentes alguns passos de dança que fizeram a Casa Colletânea literalmente tremer. Outros dos novos e muito animados nautas que me vem a memoria agora foram Andreia, Marcio, Zé, Andre e Valeria. A animaçao de uns, como Adriana e Lu Miron, que não parou de dançar, contrastava com o recato de outros, como Daniel Pitta (que se reservou a fazer algumas poucas fotos do evento com uma camera caida do ceu), Carla Mendes (lesionada e desolada com a ausencia imperdoavel de seu par habitual) e como o pequeno Cicero, o qual se limitou a observar de longe os dançarinos. Também faziam parte do time dos animados Francine e Santana, que passaram a noite insistindo em cantar o hino da NAU, mas não o fizeram. Somente no finalzinho da festa Marcos Almeida nos deu o prazer de sua presença e, mesmo assim, foi apenas por alguns minutos, o suficiente para “descolar” um adesivo e iluminar o rosto de sua namorada. Foi do Baldo, se não me engano, a ideia do proximo evento (aquele com fins lucrativos). Uma festa junina provisoriamente chamada de juniNAU. É uma ideia ainda incipiente e desde já aceita-se sugestoes de local, formato, etc. Para um evento que contou com organizaçao praticamente zero a festa foi um sucesso. Conclamamos a todos para que, da proxima vez, cada um se responsabilize por uma parte, afinal, se combinarmos os esforços de toda a NAU (com certa antecedencia) a chance de sucesso da juniNAU sera bem maior. --
Mae West
Ana Carolina Pellegrini-Arquiteta |
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