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ateiro: Arq. Ana Carolina Pellegrini Bem, a presente ata poderia ser resumida em uma frase: "Quem nao foi, perdeu." Entretanto, a fim de registrar mais um de nossos encontros e incentivar quem nao foi a participar da proxima reuniao, tentarei dar uma ideia do que aconteceu. A reuniao foi dividida em duas partes. A primeira, uma palestra tecnica proferida pelo eng. Sergio Pacheco, representando as Esquadrias Scheid. A segunda, uma exposiçao de slides sobre a arquitetura da madeira, com o colega noruegues Lasse Manshaus. Na primeira parte, o eng. Sergio Pacheco falou das vantagens do uso da madeira nas esquadrias (claro!), dos principais problemas e como evita-los. Discutiu-se sobre a falta de um projeto adequado para as esquadrias (ate porque a maioria dos arquitetos nao esta sendo paga para isso), sobre os problemas de execuçao dos vaos na obra e sobre os problemas de instalaçao e acabamento. A palestra valeu tambem pelas amostras levadas pelo engenheiro, as quais possibilitaram um contato "analogico" com o assunto, tao raro nos dias de hoje. A participaçao do colega Barbieri na discussao com suas inumeras perguntas marcou a palestra. Falamos tambem sobre a possivel extinçao das madeiras empregadas na industria de esquadrias e, por conseguinte, abordamos o assunto reflorestamento. A ideia que ficou: o negocio mesmo eh tomar cuidado com a empresa a ser contratada, com quem executa os vaos, com o profissional que vai colocar a esquadria, com o vidraceiro e com o pintor. Ou seja, todo o cuidado é pouco! A segunda parte da reuniao, ja no avançado da hora, deu vez ao simpatico Lasse. Ele mostrou uns "xlaides" muito legais e tirou de letra o problema do idioma. Viajamos desde os vikings ate os dias atuais, com exemplos de muita arquitetura de qualidade privilegiando o uso da madeira. Mais uma vez, Rodrigo Barbieri, anfitriao do palestrante, brilhou com suas intervençoes, especialmente aquela a respeito dos veados noruegueses, que confundiu um pouco o amigo Lasse. Aprendemos um pouco sobre a arquitetura da madeira nos países nordicos e sobre como pode ser legal estar num pais muito distante de casa palestrando na lingua local e levando as inevitaveis risadinhas da plateia com muito jogo de cintura. A ideia que ficou: vamos nos puxar para ver se pelo menos algum de nos realiza esta proeza assim que a vida oferecer uma dessas raras oportunidades. E por ultimo, mas nao menos importante, quero elogiar todos os presentes no quesito finanças. Desta vez, todo mundo pagou, o que deu para aliviar um pouco o problema do aluguel. Vamos ver se a gente continua assim. A idéia que ficou: nada como um puxao de orelha. Ah, teve, claro, a parte que rolou no Bar do Beto 2. Mas esta nao me compete aqui relatar. Um abraço a todos e ate segunda que vem, quando iremos prestigiar o Cesar Wagner, que recem chegou da Holanda (meninas, se liguem) cheio de coisas para contar. PS.: sintam-se a vontade para acrescentar ou retificar qualquer coisa da ata, desde que, claro, eu seja consultada antes ;) ---
Mae West
Ana Carolina Pellegrini-Arquiteta
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